marcelinoChamo-me Marcelino Bilongo, tenho 47 anos, sou frequentador externo e resido na cidade de Cabinda, Angola.

Sou vizinho de Rosalina N’tula Buanga, membro desta igreja, que tem oferecido flores na região onde moramos. No entanto, eu não dava importância, nem reparava nas flores.

Sou pai de família e vivo de trabalhos pequenos. Fiquei muito tempo sem ter trabalho, até que, no dia 23 de junho de 2014, um senhor me solicitou para cortar troncos em sua lavra. Como tenho uma motosserra, a qual tem me ajudado a sobreviver, aceitei.

Quando cheguei à lavra, comecei a derrubar os troncos. Como um deles não estava a cair, tive que cortá-lo com o machado, mas ele caiu-me na perna, arrastou-me e fiquei preso entre dois troncos. O osso de minha perna ficou exposto e tive muita hemorragia. Foi preciso cortar um dos troncos com motosserra para me libertar.

Tive muita dificuldade de chegar do local do acidente até a via pública, com apenas uma pessoa a me acompanhar. Já na via, encontramos um carro que me levou até o Hospital da Santa Catarina, onde me deram os primeiros socorros. Como meu estado era grave e crítico, fui levado de ambulância ao hospital provincial, onde me levaram ao bloco operatório.

No corredor, subitamente apareceu um jovem com um cesto de flores a nos acompanhar até a sala da operação. A equipa médica perguntou ao jovem o que ele queria, pois estávamos em uma área restrita. O jovem respondeu: “Mandaram-me da minha igreja para vir entregar estas flores a esse senhor que está mal”. Os médicos me perguntaram se eu conhecia o rapaz, e respondi que não. O rapaz colocou o cesto de flores ao lado da minha cabeça e foi embora.

Quando outro médico chegou, perguntou de onde vinham aquelas flores, e lhe responderam: “Aconteceu algo inédito. Apareceu um jovem que as deixou para este doente”. O médico quis jogar as flores fora, mas os outros disseram: “Não as deite! Elas vão ajudá-lo!”. Fiquei com medo, não estava a entender nada. Um dos médicos me disse: “Não se preocupe, Deus enviou essas flores para te ajudar neste momento de sofrimento!”.

Como perdia muito sangue, fiquei fraco e quase desmaiei. Preocupados, os médicos que faziam a cirurgia foram à busca de sangue para fazer transfusão. Após alguns minutos, comecei a me recuperar e, por um milagre de Deus, quando vieram realizar a transfusão, constataram que eu estava bem e não precisava mais de sangue. A papelada para o internamento já havia sido feita, mas recebi alta no mesmo dia, algo que deixou a equipa médica admirada com minha rápida recuperação.

Ao voltar para casa, a vizinha Rosalina me visitou, contei-lhe o sucedido, e ela disse que aquelas eram as flores da Igreja Messiânica Mundial.

Alguns membros da igreja, ao saberem do caso, começaram a frequentar minha casa, e dar-me assistência religiosa. No primeiro dia que fui assistido, sonhei que estavam a me fazer massagem na perna. Quando despertei e olhei para minha perna, constatei que a inflamação tivera baixado bastante, as dores também diminuíram e consegui levantar a perna.

Mais uma vez, ganhei convicção na igreja e na flor.