Chamo-me Eulália Leonardo Maguele, tenho 29 anos de idade, sou membro da igreja e dedico no Centro de Aprimoramento de Maputo.

Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Moçambique em Fevereiro de 2007, por intermédio da minha mãe, também membro da igreja. Os motivos que me levaram a conhecer a igreja foram doença, desemprego e conflitos familiares, que foram solucionados ao receber Johrei e cumprir com as orientações recebidas.

A Experiência de Fé que passo a relatar está relacionada com a importância de cumprir com as Práticas Básicas da Fé no local de trabalho.

Ouvindo as orientações dos Ministros sobre a importância de cumprir com as orientações básicas da fé, com o objectivo de fazer o próximo feliz, decidi começar a colocá-las em prática. Primeiro, comecei a levar a flor para o meu local de trabalho, oferecendo-as aos meus colegas, que aceitaram logo de imediato e, como não conseguia ministrar 10 Johrei por dia, passei também a ministrar Johrei aos meus colegas.

No início, eu só ministrava aos colegas da minha sala, até que um dia, um colega de outra sala veio pedir-me para lhe ministrar Johrei, dizendo que estava a sentir dores de cabeças já há alguns dias. Sendo assim, ministrei-lhe Johrei e, naquele instante, dei-me conta de quão egoísta eu estava sendo, em não ter ministrado Johrei a todos os outros funcionários da empresa. Continuei a ministrá-lo e, como não tínhamos trabalho para fazer naquele dia, pedi-lhe que viesse comigo até a igreja para receber mais Johrei, e ele aceitou de imediato.

No dia seguinte, ele me disse que estava a sentir-se bem, e desde então tomei a decisão de ministrar Johrei em todos os meus colegas. Diariamente tenho feito a marcha do Johrei e leitura dos Ensinamentos de Meishu-Sama no local de trabalho com a maioria deles.

Foi assim que comecei a deixar a flor de luz na sala do meu chefe, até que um dia ele chamou-me para perguntar sobre a importância da flor, ao que respondi que as flores eram da Igreja Messiânica e que tinham a missão de purificar o ambiente espiritual da empresa.

Assim que mencionei o nome da igreja, ele disse que já havia ouvido falar da mesma, pois um tempo atrás, durante um encontro familiar, uma senhora amiga da família havia ministrado Johrei em todos os presentes, incluindo em sua irmã, que reside na França, mas na altura ninguém deu a mínima importância. Há muito tempo que ela vinha sofrendo de uma doença grave e já até tinha marcado uma cirurgia. Quando ela regressou à França, foi ao hospital no dia marcado para a operação, onde após fazerem novos exames, os médicos constactaram que não havia mais necessidade de operá-la, pois estava totalmente curada.

Naquele instante, pedi-lhe permissão para ministrar-lhe Johrei e ele aceitou. Dei-lhe também a Prática de Sonen e convidei-lhe a conhecer a igreja. Nessa altura, a empresa estava a enfrentar sérios problemas financeiros, pois, como trabalho numa empresa de consultoria, na qual dependemos muito de concursos de vendas, as nossas vendas vinham baixando consideravelmente e, dessa forma, não ganhamos concursos. Esta situação deixava o meu chefe muito preocupado, a ponto de um dia ele se abrir comigo para desabafar.

No momento, achei que ele estivesse apenas a se justificar, pois já havia contraído muitas dívidas. Em vez de criticá-lo, apenas ouvi tudo o que ele tinha para dizer. Certo dia, conversando com um missionário sobre a situação do meu serviço, ele orientou-me a fazer uma oração no meu local de trabalho. Assim, passei a chegar mais cedo para fazer limpeza e oração em todas as salas. Passados alguns dias, a situação da empresa começou a mudar para melhor. Muitas outras empresas passaram a solicitar os nossos trabalhos e assim a situação financeira melhorou, a ponto de conseguir quitar todas as dívidas.

Além disso, o ambiente de trabalho melhorou muito. Somos mais unidos e felizes com o nosso trabalho e, com essas mudanças, alguns colegas meus pediram-me que os levasse para conhecer a igreja. Uma das funcionárias falou-me da sua mãe, que estava muito doente e que precisava de um valor para a compra dos seus medicamentos. Sendo assim, expliquei-lhe que, como vem recebendo Johrei, devia falar para a mãe sobre o mesmo. Assim o fez e a sua mãe mostrou-se interessada, mas como ela vive na Catembe e eu não conseguiria ir dar assistência religiosa, expliquei à minha colega que sempre que fosse apanhar o ferry boat, devia observar o pescoço das pessoas e ver se alguém por acaso tinha um fio igual ao meu. Caso conseguisse encontrar, fosse ter com a pessoa, pedindo-a para dar assistência à sua mãe. No dia seguinte, ele disse-me que encontrou alguém e que já tinha acertado tudo com o membro, que passou a dar assistência à sua mãe.

Fiquei muito feliz, agradecida e acima de tudo impressionada com a rápida actuação do Messias Meishu-Sama na vida dessas pessoas.

Com essa experiência, aprendi que realmente as orientações básicas são o Ensinamento vivo de Meishu-Sama. Aprendi também que, para fazer a difusão dos Ensinamentos do Messias, é importante deixar a vergonha de lado e pedir para ser utilizado como seu instrumento onde quer que estejamos.

Para agradecer por todas essas graças, fiz um donativo especial e continuo com as marchas de Johrei, distribuição da flor de luz e oração no serviço, e estou a cuidar de cada um dos meus colegas, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama.

Hoje, reafirmo o meu compromisso de fazer a expansão dos Ensinamentos de Meishu-Sama e participar da construção do Paraíso Terrestre e da formação dos 100 mil membros convictos em África.

Já encaminhei 50 pessoas à igreja, das quais nove são membros, cuido de três casas e tenho a horta caseira feita.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados por fazerem de mim um instrumento útil á Obra de Salvação da Humanidade. Aos Ministros, missionários, membros e frequentadores, os meus sinceros agradecimentos.