Ministro Claudio Cristiano Leal Pinheiro, Presidente da Igreja Messiânica Mundial de África

Culto às Almas dos Antepassados, 2 de Novembro de 2015

Bom dia a todos! Parabéns pelo Culto Mensal acumulado com o Culto dos nossos Antepassados!

Os senhores estão felizes?

Eu também! Muito obrigado pela presença de todos. Quero agradecer, do fundo do coração, pela dedicação incansável de cada um dos senhores em prol da expansão da Obra do Messias Meishu-Sama por toda Angola e pelo continente africano.

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, graças ao amor, à sinceridade de cada um dos senhores, nós realizamos o nosso Culto Mensal acumulado com o Culto anual de elevação dos antepassados ontem e estamos a repetir hoje. Ontem, aqui na Sede Central, vieram mais de 10 mil e quinhentas pessoas no Culto. E, em toda a África, foram mais de 20 mil pessoas que participaram no dia de ontem.

Hoje, até agora, a primeira contagem que me deram, estão presentes mais de 15 mil pessoas aqui. Parabéns a todos os senhores!

Com esse espírito, vamos nos preparar para o nosso próximo Congresso da Rede da Salvação, que será realizado aqui na nossa Sede Central no próximo dia 22 de Novembro. Também vamos ter representantes das províncias e de todos os países de África, para juntos orarmos e nos prepararmos para o Natalício do Messias Meishu-Sama, no mês que vem, e para os nossos desafios do ano que vem; para podermos realmente nos debruçar sobre a construção do nosso Templo Messiânico e da Segunda Etapa da nossa Escola de Agricultura Natural.

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, hoje, quando eu vinha para aqui, de manhã já quando acordei, vi a chuva e agradeci a Meishu-Sama e pedi que tivéssemos permissão de, mesmo com as barreiras da chuva, todos pudessem chegar tranquilos, sem preocupações, aqui na Sede,

Quando estava a chegar, já na rua da Sede, ainda estava a chover um pouco mais forte, vi as pessoas vindo e fiquei muito emocionado de ver esse esforço de todos.

No mês passado, eu não estive com os senhores porque me desloquei ao Brasil para participar do Culto Mensal no Solo Sagrado de Guarapiranga. Como eu comuniquei na Oração de Antepassados, quando cheguei, houve mudança na direcção da Igreja Messiânica Mundial do Brasil. O Presidente Hayashi, graças a Deus um grande exemplo de fé para todos nós, depois de 52 anos de dedicação intensiva na Obra Divina, se aposentou, e o Reverendo Marco Resende assumiu como Presidente da Igreja do Brasil.

Então, fui participar nesse evento, no Solo Sagrado, e no dia do Culto Mensal, lá no Solo Sagrado, graças a Deus e ao Messias Meishu-sama, eu não precisei fazer o Culto. Eu assisti tal como os senhores. Para mim, é uma grande alegria quando vou ao Solo Sagrado e me sento, como membro, para participar do Culto.

E, nesse dia, choveu bastante. Choveu bem. Chegamos já ameaçando. Um pouco antes de começar o Culto começou a chuviscar mais forte. Eu fui para sentar-me, estava com a esposa, aí nos deram as capas, aquelas que são usadas para esses momentos, só que, graças a Deus, não havia capa para o meu tamanho! (Risos e aplausos) Aí a esposa vestiu, ficou protegida e eu só consegui cobrir a cabeça. Fiquei parecendo um capuchinho vermelho! (Risos) Só que com aquela capa transparente.

Todo mundo por baixo da chuva, os Reverendos, os Ministros participantes. Mesmo naquele momento a alegria de todos de poderem estar ali no Solo Sagrado agradecendo a Meishu-Sama a permissão de estar ali perante o Templo, perante o Santuário dos Antepassados. Faça chuva ou faça sol, esse sentimento de gratidão de poder participar do Culto.

A chuva que teve naquele dia, como essa chuva de hoje, eu acredito que são lágrimas de gratidão dos nossos Antepassados pelo empenho sincero de cada um dos senhores. Parabéns a todos pelo Culto de hoje! (Aplausos)

Orientação de Kyoshu-Sama

Algumas semanas atrás, eu recebi uma orientação do nosso Líder Espiritual que ele proferiu no ano passado, no dia 21 de Setembro de 2014, no Japão. Eu gostaria de ler alguns trechos dessa saudação para os senhores. Achei interessante que essa saudação chegou para mim no mês de Outubro e serviu como reflexão para essa preparação para o Culto dos Antepassados de hoje.

Kyoshu-Sama diz:

 Nós, seres humanos, sempre assumimos uma responsabilidade pública como habitantes do paraíso. Qual seria então a responsabilidade que precisamos assumir como habitantes do paraíso? Para saber isso, precisamos, em primeiro lugar, reconhecer que somos a ‘soma de nossos ancestrais’, como Meishu-Sama nos ensinou. Esse Ensinamento que diz que somos a ‘soma de nossos ancestrais’, significa que temos a responsabilidade de retornar ao paraíso juntamente com os nossos inúmeros ancestrais, que estão no interior de cada um de nós. Viemos à Terra para retornar ao paraíso com eles, e salvar todos eles.

Nossos ancestrais chegaram ao fim de suas vidas terrenas sem saber que poderiam herdar a vida eterna de Deus. Eles não sabiam que Deus era seu verdadeiro Pai e que o paraíso já havia sido estabelecido dentro de cada um deles. Além disso, assim como nós, eles viviam sob a falsa crença de que sua percepção do ‘eu’ pertencia a si próprios, julgando-se e julgando o próximo. Com a Sua grande misericórdia, Deus, que é uno a Meishu-Sama, perdoou, purificou, salvou e ressuscitou esses ancestrais, e agora os está acolhendo de volta em Seu paraíso.

Deus acolhe todos os ancestrais através de nós, porque nós temos a Luz de Deus no nosso interior. Cada uma de nossas Partículas Divinas brilha como a Luz de Deus, como a Luz da Salvação. Essa Luz da Salvação ilumina todos os ancestrais que estão dentro de nós. É por isso que muitos sentimentos emergem em nossas mentes. Há sentimentos negativos, como ansiedade, medo, preocupação, aflição, agonia, raiva ou tristeza. Há sentimentos positivos, como felicidade e alegria. Esses são sentimentos de nossos ancestrais. Deus esta reunindo todos esses ancestrais para que eles retornem ao paraíso, e é por essa razão que Deus faz com que experimentemos os sentimentos de nossos ancestrais. É por essa razão que nos deparamos com inúmeras dificuldades em nossas vidas, como o sofrimento causado pela doença, seja ela física ou mental e/ou dificuldades nos nossos relacionamentos ou no trabalho. É por essa razão que reagimos, por exemplo, às notícias sobre guerras, conflitos e desastres pelo mundo, ou às notícias sobre problemas de escala muito menor, mas que ainda mexem com nossas emoções.

O próprio facto de nossas emoções serem provocadas pelas circunstâncias de nossa vida, e pelas notícias à nossa volta, se dá porque, dentro de nós, tivemos coisas semelhantes que precisaram ser perdoadas e salvas. Se o comportamento de alguma pessoa nos incomoda, isso significa que já tivemos coisas semelhantes dentro de nós, e que já incomodamos os outros da mesma forma que hoje essa pessoa faz connosco. Não é a pessoa que nos incomoda que precisa ser perdoada e salva; somos nós que, no passado, precisamos ser perdoados e salvos. Como a ‘soma de nossos ancestrais’, nós sempre carregamos, em nosso interior, muitas coisas que precisaram ser perdoadas e salvas. É fazendo com que nos deparemos com várias dificuldades em nossas vidas que Deus está a nos ensinar de onde nossos ancestrais foram salvos e de onde nós fomos salvos.

Nós, como habitantes do paraíso, temos a missão de trazer todos os nossos ancestrais de volta ao paraíso e entregá-los nas mãos de Deus. Quando estamos tomados por emoções negativas, talvez seja difícil entregá-los a Deus. Porém, nós temos Meishu-Sama connosco; ele reside bem no centro da consciência de cada um de nós. Sem que percebamos, Meishu-Sama entrega todos os ancestrais a Deus, pois Meishu-Sama sabe que todos os ancestrais e, na realidade, toda a humanidade também, já foram perdoados e salvos, e estão prontos para serem acolhidos na glória de Deus.

Gostaria que os senhores soubessem que formamos um só corpo com Meishu-Sama. Se nós somos os braços e pernas de Meishu-Sama, Meishu-Sama é a nossa cabeça, que controla tudo o que sentimos, pensamos e fazemos. Vamos seguir esse Meishu-Sama que está em nosso interior e nos esforçar ao máximo para, assim como Meishu-Sama, reconhecer que o perdão e a salvação de Deus já alcançaram todos os ancestrais e toda a humanidade. Dessa forma, vamos realmente pôr um fim à Era da Noite.

Então, essas são palavras de Kyoshu-Sama, trechos dessa orientação que eu queria compartilhar com os senhores, porque é muito importante reflectirmos sobre a nossa relação com os nossos Ancestrais e Antepassados: uma relação de unidade, somos uma coisa só, somos a soma deles.

Por isso, é importante, como messiânicos, aprofundarmos no Ensinamento de Meishu-Sama, quando Ele fala que nós precisamos acumular méritos. Muitas vezes nós herdamos também méritos dos nossos Antepassados. Se alguém souber que tem uma herança de um milhão de dólares para receber, que um parente deixou, vai ficar feliz ou triste?

Mas se souber que o parente morreu e deixou uma dívida de um milhão de dólares para pagar e você tem que pagar. Vai ficar feliz também?

Pois é… A pessoa tem que ficar feliz do mesmo jeito. Do mesmo jeito que tenho direito à herança, também tenho direito às dívidas. Não é assim, não? No Mundo Espiritual é a mesma coisa.

Nas experiências de fé que ouvimos hoje, das duas irmãs, a primeira é candidata a membro, vai receber o Ohikari na próxima Outorga, e a outra já é membro. As duas chegaram à Igreja com sofrimento.

Aqueles sofrimentos delas não eram somente delas. Eram delas e dos Ancestrais e Antepassados. Mas começaram a receber Johrei, a dedicar… Uma, como falei, nem recebeu o Ohikari. Mas, as duas começaram a dedicação, começaram a acumular virtudes, ministrando Johrei, encaminhando e cuidando de pessoas, distribuindo flores, fazendo limpeza nas casas, abrindo hortas, e aí a mudança na vida delas foi se desenvolvendo cada vez mais.

É importante usarmos as experiências como modelo para estudarmos o que eu preciso aprender com cada relato. A experiência é o resultado da prática do Ensinamento do Messias Meishu-Sama.

Viver para servir

Quando nós falamos que o objectivo de tudo o que nós fazemos é cada um de nós nascer de novo como verdadeiro filho de Deus, cada um de nós retornar ao nosso paraíso interior junto com os nossos Ancestrais e Antepassados, o início desse caminho de retorno é o sentimento de gratidão. E esse sentimento de gratidão se materializa através do servir.

Quando era criança, o meu pai sempre repetia para mim: “Meu filho, quem não vive para servir, não serve para viver”.

Sempre ele dizia isso para mim e para os meus irmãos. São palavras que até hoje me marcam muito: “Quem não vive para servir, não serve para viver”.

Servir… Muitas vezes a gente pensa que servir é coisa de quem é inferior. Mas Deus nos serve o tempo todo. Nos serviu, nos concedendo a bênção da vida; nos serve permitindo que nós inspiremos e expiremos. Nos serve de forma infinita no dia a dia. Deus é inferior a nós?

Por isso, quando fala prática do servir: servir, dedicação, são sinónimos de gratidão. O servir na Igreja através da dedicação, do donativo, do acompanhamento, de participar das actividades, o servir na nossa casa, com a nossa família.

Muitos dos conflitos nos lares, é porque não existe o sentimento de um servir ao outro dentro de casa. A gente manda fazer, a pessoa faz e não agradecemos. Às vezes a mãe faz a comida para nós todos os dias, não é? Difícil o filho que agradece porque a mãe fez a comida. Mas, fica um dia sem fazer para ver como o filho vai reagir?

Vai fazer o maior escândalo: “Por que não tem comida?” Todos os dias a mãe faz, porém, pergunta se ele agradece.

É com pequenas coisas que nós podemos acumular méritos ou podemos acumular dívidas. Pequenas atitudes no dia a dia. Mesmo no campo profissional, muita gente reclama: não tem emprego, não tem oportunidades. Pelo mundo todo.

Servir ao próximo é servir a Deus

Eu viajo por províncias, países, fora de África… Muitas vezes eu entro em certas lojas, eu pergunto à pessoa: “Tem tal coisa?” A pessoa: “Não tem!” Nem olha para a cara do cliente. Se tiver qualquer coisa, qualquer problema na loja que o chefe precisa fazer um corte, ele é o primeiro para o chefe mandar embora. Não faz falta.

Então, nós precisamos começar a aprofundar como messiânicos. Quando fala “servir ao próximo”, é acreditar que dentro do próximo está vivo o Supremo Deus, o Messias Meishu-Sama e os nossos Antepassados.

Quando eu acredito que Deus está vivo dentro de cada pessoa, o que eu puder fazer de bem para a pessoa, eu estou a fazer para Deus. Os nossos Antepassados não tinham essa noção, porque estávamos na Era da Noite. Por isso, na Era da Noite o que dominava era o egoísmo e o apego, era explorar o outro; ou explorava porque era de outra raça, ou porque é de outra tribo, ou porque é de outra nacionalidade, ou porque tinha de ter um motivo para me achar superior ao outro, ou melhor, para explorar o outro. Não tinha essa noção de que todo Ser Humano é representante de Deus, tem Deus vivo dentro de si.

Quando você respeita a pessoa, você se preocupa, no mínimo que seja, em servir a pessoa, você está a servir o Supremo Deus que está vivo dentro daquela pessoa. Isso é na nossa casa, com a nossa família, na rua, na escola, no trabalho, na Igreja, essa consciência de que Deus está vivo dentro de cada um de nós. Os nossos Ancestrais e Antepassados também estão vivos dentro de cada um de nós.

Essa mudança de paradigma é muito importante, para podermos aprofundar no que Meishu-Sama fala sobre o “Pragmatismo Religioso”. Levarmos a fé para a vida prática. Se eu estou na Igreja Messiânica e tenho mais motivos para reclamar que para agradecer, eu não estou a praticar a fé messiânica.

Precisamos levar a Luz do Johrei para as pessoas

Existe uma diferença entre conhecer um caminho e trilhar um caminho. Trilhar é através da prática do que Meishu-Sama ensina. Por isso, ouvimos uma experiência marcante que o Ministro Afonso nos relatou, da República Democrática do Congo. Experiência de uma membro recém outorgada, que foi fazer um negócio e acabou Meishu-Sama utilizando-a para começar a difusão. Não foi?

Do mesmo jeito, Meishu-Sama conta com cada um de nós para levar essa Luz do Johrei principalmente para as pessoas que ainda não conhecem. Nós não podemos cair na vaidade de achar que eu dediquei, eu fiz, eu mereço receber graças. As graças todas que cada um de nós recebeu até hoje, foi para nos dar condições materiais e espirituais de sermos eficientes ministrantes do Johrei. Precisamos levar o Johrei para todos os povos, em testemunho a todas as nações. Não podemos ter vergonha de levantar a mão e ministrar Johrei para as pessoas.

Mesmo a Marcha de Johrei nas Unidades Religiosas, fazermos cada vez mais silêncio total nas Naves, ouvir os Ensinamentos de Meishu-Sama para fortalecer ainda mais a nossa alma, purificar o nosso espírito. Vamos levar essa Luz do Johrei.

Com o aumento da Luz, aumentam as purificações a nível mundial. Nós precisamos nos qualificar para conseguirmos ultrapassar as purificações de forma cada vez mais suave.

Meishu-Sama disse que nesse momento da Transição, nesse momento do Juízo Final, como Jesus Cristo disse, que a Humanidade está a viver hoje, só existe uma forma de tornar os efeitos desse momento o mais brando, o mais suave possível: conhecer o princípio do Johrei e participar do trabalho de construção da Cultura do Dia. Vamos aprofundar nessa prática.

Experiência de Fé sobre a epidemia do Ébola

Eu recebi uma experiência da Serra Leoa, de uma membro que foi outorgada quando eu estive lá, em Dezembro de 2013. Recebeu o Ohikari, começou a dedicar bem, mas depois ela se afastou da Igreja. Sumiu… E, agora, poucos dias atrás, ela voltou. Quando voltou, contou uma experiência que viveu durante a epidemia do Ébola.

A Serra Leoa teve essa purificação forte. O filho dessa jovem de repente começou a lançar sangue e também a eliminar sangue pelo nariz, que é um dos sintomas do Ébola. Ela ficou com medo de levar o filho para o hospital, porque a maioria dos que iam morriam. E os vizinhos fizeram pressão, mas ela ficou com medo.

“O que é que eu faço! O que faço?!”

E ela lembrou-se de Meishu-Sama. Meishu-Sama já tinha salvo o seu casamento, já tinha salvo a vida do filho e a vida dela. Mas ela havia guardado o Ohikari, esquecido no guarda-fato.

Naquele momento, ela lembrou-se de novo de Meishu-Sama. Pediu perdão, pegou o Ohikari, colocou no pescoço e começou a ministrar Johrei ao filho. No que ela começou, o miúdo lançou mais sangue, sujeira. Depois daquilo ali, ele ganhou força, ficou bem, comeu e foi brincar. Foi jogar a bola no quintal com os amigos.

Mas, naquela fase, quando alguém ligava para denunciar alguém que estava com Ébola, ganhava cinquenta dólares. Os vizinhos ligaram para  denunciá-la. Chegaram os médicos com a polícia:

“Quem é que está infectado aqui?”

Aí ela: “É o meu filho!”. Ela teve que falar.

Eles o viram: ‘Mas ele está a brincar! Está a jogar a bola!”

Olharam para o menino, examinaram-no e disseram: “Olha, nós não vamos levar ele para o hospital, não! Amanhã você própria leva para fazermos os exames nele lá.”

Aí a ambulância saiu vazia e os vizinhos viram e “Ué! Como não levaram você e o seu filho?”

Ela falou: “É o Johrei que eu ministrei no meu filho. Ele ficou bom.”

“Mas não pode! Que Johrei é esse?”

Ela ministrou Johrei nos outros vizinhos e no dia seguinte ela levou o filho ao hospital. Encontrou-se com os médicos, fizeram todos os exames e os testes de Ébola deram negativos. A criança não tinha nada. Viram que não tinha problema nenhum.

Autorizaram-na a regressar e os vizinhos ficaram mais espantados ainda ao vê-la voltar com a criança bem, saudável. A partir daí, ela começou a receber mais de 15 pessoas por dia para ministrar Johrei na sua casa.

Essa experiência dela serviu para eu reflectir muito, como cada um de nós está a praticar o Johrei no nosso dia-a-dia? Não vamos esperar surgir um problema grave no seio da nossa família. Vamos plantar semente da felicidade e da saúde, ministrando e recebendo Johrei todos os dias, comendo o máximo de produtos naturais, vivendo num ambiente limpo, levando felicidade para as outras pessoas.

Vamos, juntos com os nossos Ancestrais e Antepassados, plantar essas sementes da felicidade. Vou falar mais sobre isso com os senhores no próximo Congresso da Rede da Salvação.

Então, estou à espera dos senhores aqui no próximo dia 22, para juntos orarmos com os representantes de toda a África, nos preparando para o Natalício do Messias Meishu-Sama e para o ano de 2016.

Muito obrigado e boas festas da Independência do nosso país, que vai completar 40 anos. Parabéns para Angola e para todos nós!

Muito obrigado a todos.