IMG_2372Chamo-me Filomena Mais Francisco, tenho 31 anos de idade, resido no bairro da Vila Matilde, sou missionária, dedico como encarregada do Sorei-Saishi no Johrei Center Cidade.
Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Angola, no ano de 1998 por intermédio da minha mãe Rosa João Manuel Mais, membro desta igreja.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento a igreja foram:
• Doença prolongada da minha mãe, que padeceu durante 15 anos com dor de cabeça.
• Problemas de assimilação.
Minha mãe vivia muito aflita com dor de cabeça, não sabia mais o que fazer, que começou a pensar que iria enlouquecer, a ponto de comer no lixo. Lamentava: “Ficar maluca não custa.” Por isso, decidiu recorrer a tratamentos caseiros, procurando curandeiros, que lhe receitaram vários medicamentos para tomar em apenas 8 dias. Após experimentá-los, os mesmos tinham um paladar muito amargo e cheiro desagradável. Por isso, desistiu do tratamento.
Foi nesse quadro que conhecemos a I.M.M.A onde fomos recebidas pelo plantonista, que com muita paciência e atenção orientou-nos o seguinte:
• Receber 10 Johrei por dia;
• Ler os ensinamentos;
• Manter a flor de luz em casa;
• Encaminhar pessoas a fé.
Cumprimos com as orientações e a nossa vida foi se transformando. Com o recebimento de Johrei e algumas dedicações a dor de cabeça passou. Depois de um periódo de 8 anos sem conceber, minha mãe conseguiu engravidar. Meu problema de assimilação também ficou ultrapassado.
Como gratidão e para melhor servir a Obra Divina materializei o meu donativo de outorga e tornei-me membro no dia 5 de Janeiro de 2005.
A experiência de fé que passo a relatar aos senhores está relacionada com o donativo do Altar do Lar e a peregrinação a Sede Central de África.
Durante sete anos fazia planeamento, tomando contraceptivos (pílulas), com o objectivo de não ter filho, pois na altura havia sofrido uma cesariana, e também estava focada na minha formação. Depois deste período, suspendi o uso das pílulas porque achei que já estava preparada, para ter outro filho, fui ter com o meu orientador para explicar o que havia feito, fui orientada a fazer um donativo de pedido de perdão.
Dois anos depois, nasceu o desejo de engravidar mas não se concretizava e já estava com apego. Viajei à Luanda, onde marquei consulta com um ginecologista,isto em 2012. Observou-me e disse que estava tudo bem, que precisava dar algum tempo que ia acontecer. O tempo passou, em 2014 decidi procurar outro ginecologista, este após a consulta mandou-me fazer vários exames e disse que devido à quantidade de medicamentos que tinha ingerido estava intoxicada e que as vias estavam fechadas. Passou-me uma receita e comecei a cumprir com a medicação. Mas, de forma natural acabei perdendo esse desejo e acabei desapegando. Em 2016, eu e o meu marido criamos o sonen de peregrinarmos a Sede Central para assistir o congresso da Rede da Salvação, realizado no mês de Agosto. Assim o fizemos. Depois do nosso regresso, levava a vida de forma normal e já estava até esquecida. Neste ano terminei a minha formação superior e passei a viver na minha própria casa.
Meu marido criou o sonen de abrir o donativo do altar do lar. Deu-me 10.000,00 (Dez mil kwanzas), fui à unidade, fiz a oração e materializei. No mês seguinte, ligou-me a dizer que havia depositado o valor que faltava para a conclusão. Levantei os valores do banco, fui à nave ter com o meu orientador, fizemos oração e materializei.
Após materializar a parte do donativo que faltava, comecei a sentir-me estranha, com enjôos, mal estar, dores de cabeça, sono constante no local de trabalho. Nem imaginava que fossem sinais de gravidez. Decidi fazer consulta, receitaram algumas analises, quando apresentei ao médico, disse que estava pálida por isso tinha que fazer uma medicação e comecei a fazer. Foi quando lembrei-me que a minha menstrução não tinha aparecido e não sabia qual foi à última vez que menstruara, expliquei ao meu marido e juntos fomos comprar o teste de gravidez da farmácia para a nossa surpresa o resultado foi positivo.
Marquei uma nova consulta pré-natal para saber há quanto tempo estava grávida, onde fui orientada a fazer uma ecografia gestacional, foi quando descobrimos que estava com 3 meses de gravidez. Continuei com as minhas dedicações e como gratidão, materializei um donativo para agradecer. Como estávamos na fase de construção do altar do Johrei Center, decidi participar com o donativo de construção.
Cumpri as consultas para saber se teria um parto normal ou uma cesariana. Nessa fase, apostei em receber bastante Johrei, ler os ensinamentos e alimentar-me de produtos naturais. Os médicos diziam que se tivesse uma dilatação rápida teria um parto normal, caso fosse lenta sofreria cesariana.
No dia 26 de Maio do ano em curso, comecei a sentir algumas dores, dia 27 fui ao hospital observaram-me por ter 2 cm, e perguntaram-me se estava acompanhada. Como estava sozinha, mandaram-me regressar a casa para preparar o internamento. Como já tinha sofrido uma cesariana, segundo as previsões do médico, sofreria outra cesariana, por isso fui a unidade religiosa e materializei um donativo.
Regressei ao hospital para ser observada e fui conduzida imediatamente ao bloco. Nesta altura, comunicamos ao ministro que orientou-nos a fazer um donativo especial. Os meus familiares entraram em marcha de Johrei, canalizando a Luz para mim. Haviam várias mulheres que vinham e tinham os seus bebes, as minhas contracções viam e depois desapareciam. Falei ao médico com firmeza que não queria fazer cesariana, disse-me que tinha que assinar um termo de responsabilidade. Assim o fiz.
Num momento de muita tensão o médico perguntou ao meu esposo se podiam fazer a cesariana. EsperançaFelizmente, houve oscilação de energia, naquele preciso momento graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama as contrações vieram de forma rápida e tive o parto normal de uma menina.
Com este milagre vivenciado, aprendi que devemos confiar no Supremo Deus e Meishu-Sama mesmo nos momentos difíceis; que quando Ele achar que é o momento certo atenderá os nossos pedidos e não quando nós achamos que tem que acontecer.
Meu compromisso é fazer feliz o maior número de pessoas, encaminhando-as a fé messiânica e peregrinar aos Solos Sagrado do Japão e do Brasil.
Tenho a horta caseira, faço o dízimo, donativo de construção, tenho o Altar do Lar.
Por permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama encaminhei 20 pessoas a igreja, das quais 7 tornaram-se membro e cuido de uma casa de freqüentador.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação. Minha eterna gratidão a minha mãe Rosa João Manuel Mais por ter sido usada como instrumento para o meu encaminhamento.
Aos ministros, responsáveis, missionários, membros e freqüentadores que têm ajudado no meu crescimento espiritual os meus sinceros agradecimentos.

Malanje, aos 07 de Outubro de 2017