Chamo-me Aniciley Trindade Graça Rita, ANICELEY TRINDADE GRAÇA RITA_15.03.2018tenho 31 anos de idade, resido no bairro Golf 2, sou membro e dedico como auxiliar de experiências de fé, e estou enquadrada no grupo terra do Johrei Center do Golf II.

Conheci a I.M.M.A em 2009 por intermédio da minha Mãe Leticia Trindade, membro da nossa igreja.

O motivo que levou-me a conhecer a igreja foi doença da minha Mãe que na altura sofria de insónia, maus sonhos e estava muito debilitada. Depois de ser encaminhada à igreja, sempre acompanhei ela à unidade para receber Johrei e fui igualmente orientada a fazer as práticas básicas, nomeadamente:

  • Receber 10 Johrei por dia;
  • Manter a flor de luz em casa;
  • Participar dos cultos;
  • Dedicar na nave e no banheiro;
  • Ler os ensinamentos do Meishu-Sama;
  • Peregrinar aos lugares de maior Luz.

Como julgava estar tudo bem comigo, não dei importância às orientações recebidas. Depois de algum tempo de frequência, apercebi-me que tinha problemas no meu relacionamento amoroso, fui a nave e pedi orientação ao responsável que pacientemente orientou-me pela segunda vez. Cumpri com as orientações e em pouco tempo o problema foi solucionado.

Para retribuir as graças recebidas, materializei um donativo de gratidão bem como o de ingresso na fé e tornei-me membro no mesmo ano.

A experiência de fé que passo a seguir está relacionada com o donativo especial.

Em 2015, comecei a sentir um endurecimento sempre que apertasse a minha barriga. Dias depois decidi procurar uma unidade hospitalar a fim de saber o que se passava. Depois da consulta fiz vários exames onde pude constatar que tratava-se de um mioma. Com este diagnóstico, os médicos aconselharam-me a operar, como ouço muita gente a dizer que este problema pode ser solucionado com tratamento tradicional, optei pelo último, achando que não era motivo suficiente para ser submetida a uma cirurgia. Assim sendo, frequentei várias ervanárias e fiz vários tratamentos tradicionais, gastando avultada soma em dinheiro, mas sem resultado satisfatório.

Em Julho de 2017, fui a um estabelecimento de medicina natural, onde passei a fazer lavagem intestinal. Os especialistas asseguraram que em pouco tempo estaria melhor porque este problema era de fácil resolução. Um mês depois do tratamento, notei que o meu abdômen cresceu muito e passei a sentir tonturas, falta de ar, os pés inchados e tinha dificuldade para caminhar. Decidi cobrar deles, pois tinha pago uma quantia considerável para o tratamento e esperava que melhorasse. Durante a conversa disse:

– Olha, tens que orar muito, do contrário não será possível solucionarmos este problema. Aliás, você terá que pagar mais dinheiro além do combinado porque o caso é difícil.

Fiquei aborrecida e exigi que fizessem o reembolso do meu dinheiro, o que não aconteceu. E, consequentemente abandonei o tratamento. Foi quando decidi procurar a Ministra para pedir orientação. Depois de conversarmos, aconselhou-me a agradecer pela purificação com um donativo e procurar um hospital para fazer consulta e teste de gravidez. Cumpri com a orientação. O resultado do teste mais uma vez foi negativo. O médico que atendeu-me, ficou muito preocupado principalmente quando lhe contei que tipo de tratamento tinha feito. Aconselhou-me a procurar uma maternidade com máxima urgência, porque não era normal o tamanho da barriga.

Na última ecografia, o útero estava com um tamanho igual ao de uma mulher grávida de 8 meses. No transporte colectivo, logo que subisse, se os lugares reservados para as grávidas estivessem ocupados, davam-me logo prioridade, bem como em outros lugares públicos. Às vezes sentia-me mal com isso, porque não estava grávida. Na maternidade disseram-me que não havia outra solução além da operação. Pelo estado em que me encontrava, acabei cedendo. Pediram-me vários exames com custos elevadíssimos, o que deixou-me desesperada sem saber onde tiraria tanto dinheiro. Comuniquei ao superior que orientou-me a agradecer, entregando tudo nas mãos de Deus e do Messias Meishu-Sama. Dia seguinte no hospital, conheci uma jovem que tinha o mesmo problema, procurou-me e disse que tinha um familiar que trabalha numa clínica, e que poderia nos ajudar. Graças a Deus, consegui fazer todos os exames sem ter que pagar nada.

Depois de ter os resultados dos exames, orientaram-me a comprar três ampolas de injeções que custava  90.000.00, alegando que este medicamento era necessário para reduzir o tamanho do útero e do tumor, só assim poderia ser operada. A medicação duraria 3 meses. Mais uma vez estava entre a espada e a parede. Um mês depois, meus familiares e eu, conseguimos valores para aquisição de uma ampola. Com estes valores em mãos, tive o sentimento de materializar um donativo especial para agradecer pela purificação, fui a nave e junto com o responsável, materializei o donativo. Três dias depois, recebi uma chamada do hospital pedindo que comparecesse. Quando lá cheguei, disseram-me que seria operada dentro de 2 dias, deram-me uma lista de materiais que seriam usados durante a cirurgia para que eu comprasse. A mesma lista devia ser entregue no dia seguinte. Depois de solicitar os preçários dos matérias, notei que eram muito altos, decidi voltar ao hospital e pedir que adiassem a operação, porque não tinha aquele dinheiro em mão.

No entanto, a minha irmã decidiu levar a lista no seu trabalho a fim de falar com a sua patroa para que emprestasse pelo menos a metade do valor necessário. Para a minha surpresa, a sua chefe decidiu ir pessoalmente comprar todos os materiais e apenas cobrou uma parte do valor gasto. No dia 14 de Dezembro do ano passado, fui operada e removeram um tumor que pesou 5 kilos, felizmente a operação correu bem. No fim do dia, depois de ter sido observada, senti a necessidade de ir ao banheiro, caí e bati com a barriga no chão, com isso os pontos se romperam tive muita hemorragia com isso, fui operada novamente. Durante a segunda operação, perdi muito sangue e a minha hemoglobina atingiu 4. A minha mãe ficou desesperada.

Os meus familiares doaram sangue, no total recebi 4 balões de sangue e mais trinta balões de soro. A minha mãe agradeceu a Deus e ao Messias Meishu-Sama por me ter protegido, materializou um donativo de gratidão pela graça recebida. Uma semana depois, tive alta e graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama com a assistência religiosa a ferida cicatrizou e estou bem.

Aprendi com essa experiência que Meishu-Sama é o Messias esperado pela humanidade, e que o donativo realmente salva.

Por permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama, encaminhei 60 pessoas à igreja, das quais uma tornou-se membro. Faço dízimo, donativo de construção, fiz o donativo da segunda etapa da construção da Escola Agrícola, faço gratidão diária e peregrino aos locais de maior luz e sou cadastrada.

O meu compromisso é empenhar-me nas práticas básicas da fé, sem esquecer o ponto inicial, principalmente no que se refere a assistência religiosa.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados, a permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação e em particular a minha mãe, por ter sido utilizada para o meu encaminhamento.

Aos ministros, responsáveis, missionários, membros e frequentadores que directa ou indirectamente participaram na minha formação  a minha eterna gratidão.

Muito obrigado!