Chamo-me Maria Helena João, 32072713_605784216438946_4265135015802699776_ntenho 48 anos de idade, sou membro e dedico como auxiliar do Grupo Lua, do Johrei Center do Morro Bento. Conheci a I.M.M.A, por intermédio do senhor António Adelino, na altura frequentador da nossa igreja.

Os motivos que levaram-me a conhecer a I.M.M.A foram doenças, dificuldades financeiras e conflitos no local de serviço durante 10 anos.

A minha filha adoecia constantemente, razão pela qual, mensalmente tinha de reservar parte do meu salário para as consultas e medicações. Sofria de insónia, que para solucionar, recorri à hospitais e igrejas, gastei avultadas somas em dinheiro, porém não obtive resultados satisfatórios. Foi neste quadro de angústia em que o Messias Meishu-Sama encontrou-me.

Encaminhada à igreja, fui recebida pelo plantonista que após ouvir-me atentamente orientou o seguinte:

  • Receber 10 johrei por dia;
  • Assistir aos cultos;
  • Manter a flor de luz em casa;
  • Encaminhar pessoas a igreja.

 Tive algumas dificuldades para cumprir a orientação, não obstante a isso, comecei a notar melhorias. Os conflitos e a insónia que enfrentava foram ultrapassados e igualmente o problema de saúde que assolava a minha filha. Para agradecer, na altura, materializei o donativo de ingresso na fé e de outorga, para melhor servir a Obra Divina, facto que ocorreu no dia 11 de Novembro de 2001.

 A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com a importância de agradecer pela purificação, a mudança de sonen e o desenvolvimento das práticas básicas da fé.

Em Março de 2017, a empresa em que prestava serviços, rescindiu o contrato com todos funcionários, isto porque havia terminado o seu tempo de serviço e sem outra saída teve de fechar as portas. Os colegas todos ganharam a permissão de serem empregados noutras empresas, porém eu era a única que permaneci de fora, mas agradeci a Deus e ao Messias Meishu-Sama pelo tempo que pude prestar serviço na empresa, pois com os ordenados que recebia possibilitava-me materializar a minha gratidão diária, fazer o donativo de construção especial, bem como a gratidão mensal. Diante de tal condição, procurei o meu orientador e expliquei o que havia acontecido. Para minha surpresa ele soltou uma gargalhada e agradeceu. Indignada com a sua reacção, voltei a dizer que a empresa em que trabalhava havia fechado e todos os funcionários tinham sido enquadrados noutras empresas, menos eu. Ele agradeceu e parabenizou-me pelo sucedido. Admirada com a sua reacção, agradeci e no fim orientou-me a limpar a nave e o corredor de entrada da unidade religiosa.

No dia seguinte, o meu orientador chamou-me, sem saber do que se tratava, fui até a sala em que se encontrava, ministrou-me Johrei em silêncio, em seguida leu para mimo Ensinamento “Conheça a Vontade Divina” e confortou-me dizendo que tudo que Deus faz é bom, da minha parte precisava apenas confiar em Deus, empenhar-me no servir e acreditar que no momento certo, a luz do Messias se manifestaria resplandecente na minha vida. Orientou-me a aprofundar na limpeza da unidade, assistir aos cultos matinais, encaminhar pessoas a porta da igreja e me debruçar na dor e no sofrimento de outras pessoas. Acrescentou dizendo que tinha perdido apenas o emprego, entretanto o mais Sagrado e Divino ainda estava comigo, se referindo precisamente a vida e a permissão de servir na Obra Divina. Confesso que saí renovada da entrevista, pois compreendi que acabara de ganhar um emprego na Obra Divina, emprego este cuja empresa jamais fecharia as portas pois o empregador é o Supremo Deus, criador e doador de toda vida.

Imediatamente pus em prática a orientação e esforçava-me diariamente para manter acesa a chama da fé e o sentimento de gratidão. Lembro-me que sempre que me encontrasse com o meu orientador, ele me fortalecia e encorajava-me a dar continuidade a dedicação. Passei a cuidar de uma casa de frequentador, ofereci-lhe flores e fiz a limpeza em sua casa. Como auxiliar do Grupo Lua, passei a marchar com a encarregada do grupo e foi-me incumbida a responsabilidade de apresentar os relatórios das marchas aos meus superiores. Devo dizer que, as actividades no grupo Sociedade de senhoras ajudaram-me muito a manter o ritmo das minhas dedicações, as palestras destinadas a gestão do lar, da família e da mulher convidavam-me a servir e sem dar pelo tempo já se tinham passado 8 meses. Graças a Deus apesar de alguns apertos nunca nos faltou o básico para viver.

Em Novembro do ano passado, recebi a proposta de um emprego, comuniquei ao meu orientador por sua vez orientou-me a agradecer e materializar a gratidão através da dedicação. Tive a permissão de assinar o contrato e a caminho de casa, recebi o telefonema de uma vizinha a pedir que fosse ter com ela para fazer uma entrevista de outro emprego. Agradeci a Deus e pude concluir que se tratava da manifestação do Messias. Novamente comuniquei ao meu orientador e fui orientada a assinar o contrato com uma delas. Trabalhei na referida empresa apenas um mês. Trabalhava como colaboradora, a pessoa a quem havia substituído reassumiu o seu posto. Neste intervalo de tempo, tive a permissão de fazer uma nova entrevista de emprego em que graças a Deus fui admitida. Comuniquei ao meu orientador e novamente orientou-me a agradecer e relembrou-me do comentário que havia feito tempos atrás e mais uma vez confirmei que Deus existe. Devo dizer que o salário que me foi proposto é três vezes maior em relação aos que recebia nos empregos anteriores. Para agradecer a estas e outras graças materializei o donativo especial de construção. A par desta graça, a minha filha que esteve fora do sistema de ensino o ano passado, tudo porque não tinha sido aprovada no exame de ingresso à universidade, depois de ter sido orientada a servir nas actividades do Grupo Terra, fazer parte da locução, assistir aos cultos mensais de jovens no solo Sagrado de Cacuaco, encaminhar pessoas a porta da igreja, cuidar de casas de frequentador, fazer limpeza nas casas dos membros e frequentadores, teve a permissão de ingressar na universidade e actualmente continua a dar sequência a sua dedicação.

Com essa experiência, aprendi que Meishu-Sama é realmente o Messias há tanto esperado pela humanidade e que a diretriz do momento é a melhor receita para ultrapassarmos as nossas dificuldades e dos nossos familiares. Aprendi ainda que em cada experiência relatada devemos sempre tirar um aprendizado pois o mesmo poderá servir de suporte para sustentar os desafios que a vida nos apresenta. Faço dízimo, donativo de construção, tenho a horta caseira, participo das marchas de distribuição de flores e visita nas casas dos membros e frequentadores. Fui cadastrada, cuido de uma casa de membro e uma de frequentador.

Por permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama encaminhei 89 pessoas, das quais 6 tornaram-se membros.

O meu compromisso é participar da formação das 100 mil famílias convictas, da construção do Templo Messiânico, ser pioneira da felicidade de outras pessoas e peregrinar ao Solo Sagrado de Guarapiranga este ano.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados por ter conhecido este maravilhoso caminho da salvação.