Chamo-me Simão Domingos Maquel, 50787722_449828482221797_4390343233855553536_ntenho 19 anos de idade, sou missionário e dedico como Vice-responsável do Johrei Center do Cabolombo.

Conheci a IMM-Angola em 2008 por intermédio da minha mãe, membro e dedicante desta Igreja. Na altura que me tornei membro, tinha 10 anos e não dei valor ao sagrado Ohikari.

Certo dia, ao ver os meus primos a tomarem banho na torneira de minha casa, fiquei entusiasmado e não pensei duas vezes, peguei no Ohikari coloquei-o no bolso do calção que usava e juntei-me a eles. Esqueci-me completamente de tirá-lo depois do banho.

No dia seguinte, lembrei-me que havia esquecido o Ohikari no bolso do calção, mas este tinha sido levado à lavandaria. Quando fui buscar somente entregaram-me o calção. Fiquei muito triste e comuniquei o sucedido à minha mãe.

Lembro-me que nessa altura as purificações em minha casa aceleraram. O meu Tio de 30 anos de idade que vivia connosco, partiu para o Mundo Espiritual. Duas semanas depois, fracturei o braço esquerdo durante uma partida de futebol. Como vivia com os meus avôs e os mesmos não eram messiânicos, continuei assim sem o Ohikari durante quatro anos.

Em 2014 passei a viver com a minha mãe, e fui reoutorgado no dia 25 de Agosto do mesmo ano já com maior compreensão em relação à importância do Ohikari.

A experiência de fé que passo a relatar aos senhores está relacionada com a distribuição de flores e com o donativo especial.

Em Outubro de 2018, em vésperas das segundas provas na Faculdade, o meu Pai partiu para o Mundo Espiritual. Já havia feito 3 provas e restavam 5. No entanto, fui ter com a coordenação da Faculdade à qual relatei o ocorrido, no que me dispensaram por uma semana, dando-me a garantia de que assim que encerrássemos o óbito, faria as provas sem nenhuma complicação.

 Portanto realizamos o óbito e depois do encerramento compareci na faculdade para a realização das referidas provas. Entretanto à Coordenadora obrigou-me à ir ter com a Vice-reitora da Faculdade. Para o meu espanto no gabinete desta, não é permitido a entrada de estudantes. Sendo assim, fui obrigado a redigir uma carta e fiz chegar a partir da Secretaria-Geral.

Orientaram-me então à aguardar pela resposta. Portanto, de dois em dois dias ia saber sobre a carta na secretaria, mas diziam-me sempre para aguardar. Comecei a ficar aflito porque estava aproximar-se a data dos exames. Nesta fase consegui conversar com dois professores que permitiram-me realizar as provas, ficando em falta 3 que dependiam do despacho da Vice-reitora.

Entretanto, já se passava cerca de um mês que havia dado entrada da carta de solicitação das provas mas não recebia nenhuma resposta. Foi então que rompi com à regra de que na sala da Vice-reitora não entra estudante e entrei. Inicialmente me desculpei pela desobediência e comuniquei o que se passava. Graças a Deus, o funcionário deste sector mandou-me aguardar e de seguida foi comigo até à Coordenação do meu curso. Ela já havia dado o despacho há algum tempo, mas a coordenação havia perdido a carta, contudo mandaram-me aparecer no dia seguinte a fim de remarcarem as provas.

Senti-me então menos pressionado e mais esperançoso. No dia marcado, apareci, mas não remarcaram-me as provas, alegando que ainda não haviam encontrado a carta com a permissão. Entretanto se passou uma semana e não resolviam o meu assunto, até que chegou à fase das provas de exame.

Durante essa fase senti-me num beco sem saída, devido à pressão que estava a passar na faculdade, passei a lamuriar e a criticar a Direcção da Universidade; também nasceu o sentimento de abandonar a faculdade no ano seguinte.

Porém numa conversa com a minha Mãe, lhe comuniquei que iria trocar de Universidade porque naquela trabalhavam desumanamente e fui apontando várias falhas da Universidade. Portanto a minha mãe perguntou-me:

Simão, quem tem a missão de mudar um local? – Eu ironicamente respondi:

É Meishu-Sama.

Ela continuou:

Por intermédio de quem? Todas às faculdades têm essas falhas, mas nós Messiânicos é que temos a missão de mudar à atmosfera desse local. Continuas a levar flores na Faculdade e orar pelos professores?

Depois deste interrogatório da minha mãe, pude reflectir que na verdade eu já não levava flores a faculdade, não orava em nome dos professores como antes e também não estava a praticar a diretriz que no momento era a distribuição de 100 flores e filosofias da salvação como preparação para o Culto do Natalício de Meishu-Sama.

Na manhã seguinte, fui à Unidade Religiosa e fiz a distribuição de 6 flores de luz. Para a minha surpresa, neste dia consegui marcar uma prova para o dia seguinte. Porém, no dia seguinte o Professor relatou que havia se esquecido de elaborar a prova e remarcou para um outro dia, contudo, agradeci, fiz a lista com o nome dos membros da Direção, dos professores e passei a orar em nome dos mesmos, também assumi o compromisso de distribuir diariamente pelo menos 15 flores de luz. À cada flor que eu oferecia mentalizava um dos funcionários que se enquadrava na lista, com o objectivo de que ganhasse a permissão de entrarem em contacto com a Luz do Messias Meishu-Sama.

Depois que comecei a praticar, purifiquei com dores de dente e inflamação na gengiva, o que me dificultava a comer e falar, como também, a boca ficou torta. Por outro lado a pressão na faculdade continuava, além das provas em falta, para piorar fui à recurso em três disciplinas. As vezes marcavam duas provas no mesmo dia, o que me obrigava a estudar as vezes até 21 horas na Faculdade. Realço também que passei a ler diariamente mais de 30 minutos os Ensinamentos de Meishu-Sama, o que facilitava a assimilação das matérias. No entanto, a minha irmã mais velha ofereceu-me uma quantia para ajudar a liquidar o recurso.

Para o meu espanto, depois da oferta a dor de dente acelerou muito. Presumi então que precisava fazer um donativo especial com aquele valor. No dia seguinte, acordei ainda pior e materializei o donativo. Posteriormente a dor acelerou e acabei adormecendo. Quando despertei a dor havia reduzido consideravelmente, consegui fazer uma prova neste dia. Graças a Deus, no dia seguinte recebi uma quantia mais alta e consegui fazer todas as provas.

A pressão que estava a passar foi ultrapassada, transitei para o 2º ano sem deixar nenhuma cadeira;

Depois da materialização do donativo, recebi muitas ofertas, sendo que recebi 10 vezes multiplicado à quantia materializada.

A minha saúde melhorou;

No princípio do corrente mês alguém se disponibilizou e fez o pagamento da minha matrícula por livre e espontânea vontade.

Ganhei a permissão de passar a dedicar como Vice-responsável do Johrei Center.

Com essa experiência de fé, aprendi que na verdade a Directriz é o que Meishu-Sama quer que façamos para a nossa salvação, a dos nossos Antepassados e da Humanidade. Aprendi também que o donativo especial queima as máculas mais profundas da linhagem.

Meu compromisso é empenhar-me na salvação das outras pessoas e na construção de um mundo melhor. Faço donativo diário, dizimo e donativo de construção, peregrino aos locais de maior luz da nossa Igreja. Já outorguei 66 membros.

Agradeço ao SupremoDeus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados pela grande permissão de servir nesta maravilhosa obra de salvação. Aos ministros, responsáveis, membros e frequentadores os meus sinceros agradecimentos.

Muito obrigado.