Chamo-me Juneide António Francisco victorino, 55853509_2240148119646279_8750060353003454464_ntenho 18 anos de idade, sou membro e dedico como encarregada do Grupo Terra do Núcleo de Johrei do Camama II.
Conheci a IMMA em 2004, por intermédio da minha mãe, Elsa Albertina, membro da nossa igreja.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram conflitos dos meus pais e doença.
Os conflitos começaram quando tinha 3 anos de idade. Presenciava os meus pais a brigarem diariamente, porque meu pai havia arranjado outra relação, com isso a minha mãe passou a consumir bebidas alcoólicas excessivamente.
Sofri de bronquite durante dois anos. Após minha mãe ter sido encaminhada à igreja, foi orientada o seguinte:
• Receber 10 Johrei por dia,
• Manter a flor de luz em casa,
• Dedicar na nave e no banheiro,
• Ter a horta caseira,
• Peregrinar aos locais de maior luz,
• Assistir os cultos.
A minha mãe cumpriu a orientação sem dificuldades e os sofrimentos foram ultrapassados. Para retribuir as graças recebidas, em 2004 minha mãe tornou-se membro para melhor servir na obra divina, em 2009 também recebi o Shoko e durante o tempo fui me empenhando nas dedicações junto com a minha mãe.
A experiência de fé que passo a partilhar com os senhores está relacionada com a oração, vivência da flor, limpeza nas casas e atendimento um por um.
Aos meus 14 anos já com Ohikari, perdi o sentimento inicial, dedicava quando me apetecia, frequentava a igreja quando quisesse. Realço que anteriormente quando participava nas dedicações activamente, mesmo estudando com documentos incompleto não havia complicação na escola. Depois que perdi o sentimento inicial, na escola começaram a fazer pressão, inclusive ameaçavam expulsarem-me caso não apresentasse os documentos. Em casa, os meus pais se implicavam todos os dias comigo por não dedicar, eu que tirava notas excelentes na escola e  fazia parte do quadro de honra, de repente passei a tirar notas baixas.
Eu e minha mãe sempre que fossemos a loja de registo para tratar os meus documentos, diziam que eu já era registada.  Insistentemente, frequentávamos a loja de registo. Certo dia, chegaram ao ponto de nos ameaçar e nos disseram que se continuássemos a ir lá seriamos presas. A minha mãe viajou a Província da Huíla em busca de solução para tratar os meus documentos, mas sem êxito. Fiquei desesperada, cheguei ao ponto de chorar pensando que nunca iríamos conseguir.
Em 2017, tomei a decisão de voltar ao sentimento inicial, reafirmando meu compromisso com o Supremo Deus, Messias Meishu- Sama, e meus antepassados. Primeiro, comecei a fazer oração às 21 horas em nome de todos os membros que estavam afastados da igreja; passei a atender um por um na unidade, aprofundando na dor e nos seus sofrimentos; passei a abrir a nave às 5 horas e fazer o desafio, os cultos matinas e vesperais; fiz vivência de flor em 10 casas de jovens e limpeza em duas casas de membros. Fruto das dedicações, recebi os seguintes milagres:

  1. O meu pai que desde o meu nascimento não me apoiava, agora mensalmente envia-me mesada;
  2. Ganhei a permissão de estudar em um dos melhores Institutos de Saúde no Camama;
  3. Conseguimos tratar os meus documentos sem impedimento;
  4. Com a primeira mesada, ganhei a permissão de fazer um donativo especial em nome dos jovens que acompanho e com isso 7 deles voltaram a frequentar a igreja activamente;
  5. As notas melhoram bastante e os meus pais pararam de se implicar comigo.

Para agradecer as graças recebidas fiz um donativo de gratidão. Aprendi com essa experiência que quando tomamos a firme decisão de servir na Obra Divina, Deus fica no comando de tudo.

O meu compromisso é participar na formação de 100 mil famílias convictas e na construção do Solo Sagrado de África. Por permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama, encaminhei aproximadamente 100 pessoas, dos quais 25 tornaram-se membros, cuido de 5 casas de membro e 3 casas de frequentador, no total de 35 pessoas, faço dizimo e peregrino aos locais de maior luz da nossa igreja.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu Sama e aos meus antepassados a permissão de fazer parte desta grandiosa obra da salvação, e em especial a minha mãe Elsa Albertina, por ter sido utilizada para o meu encaminhamento.
Aos ministros, membros, frequentadores e a todos que têm contribuído para o meu crescimento espiritual, muito obrigada.