Chamo-me Nora António Mavota, Untitledsou Membro desde 2016, dedico como assistente do Grupo Lua, no Centro de Aprimoramento de Maputo.

Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Moçambique por intermédio do irmão Alberto Chicuava, Membro da Igreja.

Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram a falta de paz espiritual, conflitos familiares e laborais, que já perduravam há cerca de 3 anos. Mas com o cumprimento das orientações básicas da fé, tudo foi ultrapassado.

A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com o donativo de construção.

Desde que me tormei membro parei de fazer o donativo de construção, fazendo apenas o dízimo.  Passado algum tempo, notei que o meu trabalho já não ia bem, a minha obra estava parada há mais de dois anos. Assim, comecei a lamuriar, mesmo sabendo que não devemos lamuriar. Dizia para mim: “Eu não sei o que se passa comigo, as coisas não estão nada bem. Eu dedico muito mas a situação não muda.”  Cheguei até a pensar em desistir da Igreja.

Certo dia, participando do culto no Centro de Aprimoramento de Maputo, ouvi a experiência de fé de uma missionaria que falava sobre a importância de fazer o donativo de construção. Foi assim que despertou em mim a vontade de voltar a fazer os donativos.

No mês seguinte, fiz o dízimo e o donativo de construção. Não tardou, comecei a notar mudanças na minha vida.  No meu serviço as coisas começaram a melhorar, por duas vezes consecutivas consegui atingir a meta. Outra graça que recebi foi com uma cliente minha. Esta perguntou-me onde vivia, respondi-lhe que vivia nas Mahotas, numa casa renda. Para agradecer pelos serviços prestados, ela tirou um valor e entregou-me dizendo: “Leva este valor que servirá para cobrires a tua casa.” Muito agradecida, fiz o donativo de gratidão e de construção com parte do valor.

Com esta experiência de fé, aprendi que devemos cumprir as orientações recebidas dos nossos superiores.

O meu compromisso é continuar a cumprir com as práticas básicas da fé messiânica, participando assim da grande marcha de formação das 100 mil famílias convictas em África.

Já me cadastrei, encaminhei mais de 100 pessoas, das quais 3 são frequentadoras assíduas. Cuido de 5 casas de frequentadores e estou a preparar a minha horta caseira.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados, por me permitirem vivenciar esta graça e felicidade.

Aos ministros, professores, missionários e fiéis em geral, o meu mais profundo agradecimento pela atenção e orientação.

Muito obrigada.